NEUROMARKETING: EXPLORANDO O CÉREBRO PARA MEDIÇÃO DO COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

NEUROMARKETING: EXPLORANDO O CÉREBRO PARA MEDIÇÃO DO COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Artigo parcialmente traduzido para fins exclusivamente acadêmicos e foi escrito pelos professores DhananjayMandlik e Milind Marathe da Sinhgad Business School, em Pune, na Índia.

O Valor Agregado das Ferramentas de Neuromarketing

O Valor Agregado das Ferramentas de Neuromarketing

Artigo parcialmente traduzido para fins exclusivamente acadêmicos, e foi escrito pelo professor Willem Kottier da University of Twente.

A Base Neural das Decisões

A Base Neural das Decisões

Artigo traduzido para fins exclusivamente acadêmicos. Este artigo é de autoria dos professores Wuke Zhang, Danping Yang, Jia Jin, Liuting Diao e Mingguo Ma, da Ningbo University e Academy of Neuroeconomics and Neuromanagement de Ningbo.

Desmitificando o neuromarketing

Desmitificando o neuromarketing

Artigo internacional traduzido para fins exclusivamente acadêmicos. Caso deseje o artigo na íntegra, favor entrar em contato.

O preço e seus encantos

O preço e seus encantos

Não há dúvida de que a definição do preço do seu produto ou serviço é uma tarefa bastante complexa. Até mesmo intuitivamente, o gestor sabe que quanto mais barato cobrar, mais tenderá a atrair seu consumidor em potencial.

Entretanto, ao diminuir o preço cobrado, a empresa vê suas margens serem diminuídas e isso, algumas vezes, chega a inviabilizar seu negócio. Procurar o preço adequado é o caminho.

No marketing, quando nos referimos a preço adequado estamos dizendo ser adequado para a SUA empresa, NESTE momento. O que significa que este mesmo preço pode não ser adequado para outra empresa ou mesmo para a sua em outro momento do tempo.

Basicamente, o preço é composto por um tripé conceitual:

  1. Posicionamento de imagem – quanto mais caro, mais eu mando a mensagem para o consumidor da qualidade dos meus produtos ou serviços;
  2. Disponibilidade de caixa – quanto mais dinheiro a empresa tiver, menos ela terá que sucumbir a descontos, pois terá caixa para vender menos, haja visto que existe uma correlação inversa entre preço e demanda – ou seja, quanto maior o preço, menor a demanda – e vice e versa.
  3. Os colaterais – ou seja, seus concorrentes – se sua empresa está em um mercado competitivo, precisa estar ciente de que os preços serão pressionados para baixo, salvo se sua empresa conseguir um diferencial que justifique um preço mais caro. Produtos com baixo valor agregado tendem a ser pressionados para baixo, maculando as margens e muitas vezes inviabilizando a saúde da organização.

Em outro artigo discutiremos estratégias de precificação diferenciadas para cada caso.

Pesquisa qualitativa barata existe?

Pesquisa qualitativa barata existe?

Muitas empresas já compreenderam a utilidade da pesquisa qualitativa – e aqui nos referimos tanto a pesquisa quali em profundidade quanto a pesquisa quali de grupos de foco (focus group). O problema é que ao orçar um trabalho desses no mercado a empresa acaba por quase que desistindo, ao perceber que não possui capacidade financeira para contratar tal serviço.

Mas por que as empresas de pesquisa cobram caro? Pois é uma pesquisa eminentemente centrada na análise subjetiva, o que demanda um profissional de análise experiente e treinado. O fato é que esse tipo de profissional é caro para ser contratado e a empresa precisa cobrar um preço que cubra esses custos e ainda separar sua parte do lucro.

Mas como uma empresa de pequeno porte ou uma de médio porte, com poucos recursos, disponíveis poderia fazer uma pesquisa qualitativa?

De fato, uma pesquisa quali pode até, aparentemente, ser mais simples de fazer que uma pesquisa quantitativa, tendo em vista que não há necessidade de cálculos ou grande número de entrevistados. Entretanto, aí está o maior problema. Uma pesquisa quali, justamente por ouvir um menor grupo de pessoas, precisa ser corretamente elaborada e executada, caso contrário, não terá o efeito de extrair resultados eficientes.

Entretanto, seguem os passos para uma pesquisa qualitativa eficiente:

1º. Defina o público alvo – escolha um público que represente quem você quer conhecer. Entenda que fazer pesquisa é conviver com um dilema entre o ideal e o possível. Quanto mais você restringir o seu público alvo, melhor vai conhecer este público, entretanto, perderá oportunidade de conhecer os demais. Já quando você amplia este público alvo, embora permita que conheça mais públicos, fará com que você conheça menos cada um deles isoladamente.

2º Defina se você quer fazer uma pesquisa quali por meio de grupo de foco ou em profundidade. Dê sempre preferência ao grupo foco, pois é mais rápido, prático e barato. Além disso, o grupo de foco permite que se contraponham posições entre os entrevistados e isto é muito rico e produtivo em termos de possibilidade de achados e insights de pesquisa.

3º. Procure elaborar um roteiro de pesquisa quali bastante livre. Lembre-se de que uma quali não é uma quanti que você fala. Ou seja, deve haver uma enorme preocupação em deixar o respondente falar livremente, pois é daí que virá a maior riqueza de resultado de sua pesquisa. O bom pesquisador quali fala pouco e ouve muito. Lembre-se que que é um método apoiado na psicologia, portanto você deve elaborar um roteiro com os pontos principais que deverão ser abordados e não com as perguntas que deverão ser feitas.

4º. Grave, filme (se possível) e transcreva as entrevistas. A sua análise não deve contar apenas com sua memória. Ler e reler diversas vezes as transcrições ajudará você a perceber nuances e detalhes que não haviam sido percebidos no decorrer das entrevistas.

Após tudo isso, prepare um relatório coerente e assertivo dos seus achados, levando em conta os objetivos traçados para a pesquisa. 

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